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Slash Art Tech Lab foi fundado em 2010 por Mirella Misi, Chris Heijens, Sergio Ulhõa e Frank Händeler, como um espaço voltado a pesquisa no campo entre arte e tecnologia, um espaço que estimula a criatividade e a troca de saberes e experiências.

Inspiração:

A pesquisa do Slash é direcionada a processos criativos interdisciplinares no campo entre arte e tecnologia. Nosso interesse é investigar as poéticas criadas na incorporação de programação de softwares interativos como parte do processo de criação artística, assumindo, portanto, a tecnologia não como ferramenta mas como parceiro criativo.

Pesquisa:

Slash é um laboratório de pesquisa “project based”, isto é, não possui a mesma equipe trabalhando em todos os seus projetos, podendo incluir diferentes colaboradores a depender da natureza da pesquisa em questão. O foco da nossa pesquisa é o desenvolvimento de interfaces entre o virtual e o real. Nós criamos ambientes virtuais nos quais o público tem a oportunidade de vivenciar experiências em realidades híbridas. Nosso trabalho consiste em projetar a arquitetura do espaço virtual e do espaço real, ultizando os elementos que compôem a percepção, para dar sentido a experiência interativa nessas realidades híbridas. A exploração de interfaces entre o real e o virtual trará uma resposta alternativa a questão de como nós incorporamos as experiencias simuladas como parte “real”de nossas vidas.

 

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Projetos do Slash:

3d: P&D para sistemas de projeção 3d com integração de câmeras, filmes e objetos gráficos gerados em Open Gl para criação de realidades híbridas tri-dimensionais.

Cam 2: P&D para criação de uma instalação na qual o público interage com o seu duplo virtual em tempo real. Uma câmera de video captura a imagem do público presente no espaço e o software compõe e projeta essas imagens de forma transformada, criando uma realidade alterada.

Cam 1: P&D para a criação de um software interativo para geração de imagem e som baseados em detecção de movimento e reconhecimento de imagem (image recognition). O objetivo final é realizar uma forma de comunicação improvisacional com um arquivo de data inteligente.

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ARTISTAS do núcleo 2020:

 

Chris Heijens: (lider do Slash, designer de software e hardware, músico / compositor, sonologia, codiretor Yens & Yens electronic arts)

 

Andries de Marez Oyens: (designer de software, engenheiro eletrônico, músico / compositor, codiretor Yens & Yens electronic arts)

Mirella Misi: (fundadora do Slash, Professora da Universidade Federal da Bahia,coordenadora LaPAC, Colíder ëletrico, coreógrafa e videomaker, PhD em dança / tecnologia)

Ludmila Cecilina Martinez Pimentel: (Professora da Universidade Federal da Bahia,  do Programa de Pós-graduaçao em Dança (UFBA) e Professora Colaboradora do Programa de Pós-graduação em Artes Visuais (UFBA).  Docência (PIBID-UFBA).  Parecerista do Journal of Somatic and Dance Practices (Coventry University), co-coordenadora LaPAC e líder do Elétrico  CNPq)

Diego Conçalves: (Artista, Grupo de pesquisa em Ciberdança (Életrico) da Escola de dança da UFBA CNPQ)